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Uma rodada recente da pesquisa Genial/Quaest reforçou o peso estratégico de São Paulo na corrida presidencial de 2026. No maior colégio eleitoral do país, o senador Flávio Bolsonaro aparece numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em um eventual segundo turno.

O levantamento, realizado entre os dias 21 e 28 de abril, mostra um cenário de forte polarização regional entre os dois principais polos da disputa presidencial. Enquanto Lula mantém vantagem consolidada no Nordeste, Flávio avança no Sul e em parte do Sudeste — especialmente em São Paulo.

A pesquisa ouviu 11.646 eleitores em 562 municípios e analisou o comportamento eleitoral nos dez maiores colégios eleitorais do país. Em São Paulo, a margem de erro é de dois pontos percentuais.

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O que mostra a pesquisa em São Paulo?

No cenário de segundo turno testado pela Genial/Quaest, Flávio lidera a disputa contra Lula no estado mais populoso do país.

O resultado reforça uma tendência observada em levantamentos recentes: o avanço do senador entre eleitores paulistas, tradicionalmente mais resistentes ao PT em disputas presidenciais.

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Por que São Paulo é tão importante?

São Paulo concentra o maior eleitorado do Brasil e historicamente exerce influência decisiva nas eleições nacionais.

Além do peso numérico, o estado funciona como termômetro político e econômico da campanha presidencial, especialmente pela presença de grandes centros urbanos, do setor empresarial e da classe média.

Uma vantagem consistente em São Paulo costuma compensar perdas em outras regiões do país.

Possibilidade de segundo turno eleitoral por estado pesquisado, desenhado pela Genial/Quaest em maio de 2026
Possibilidade de segundo turno eleitoral por estado pesquisado, desenhado pela Genial/Quaest em maio de 2026 (Genial/Quaest/Reprodução)
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Como fica o mapa eleitoral do país?

O levantamento mostra um Brasil dividido regionalmente.

Segundo a Quaest: Lula lidera nos maiores colégios eleitorais do Norte e Nordeste, como Bahia, Pernambuco, Ceará e Pará; Flávio aparece à frente em São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul e Goiás; Minas Gerais registra empate técnico entre os dois candidatos.

O Sudeste surge, mais uma vez, como principal campo de batalha da eleição.

O que acontece em Minas?

A pesquisa também chamou atenção para o cenário mineiro.

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Em Minas, Lula aparece numericamente à frente de Flávio, com 39% contra 36%, mas dentro da margem de erro de três pontos percentuais.

O estado é considerado historicamente decisivo porque, desde a redemocratização, todos os presidentes eleitos venceram também em Minas.

O cenário atual lembra eleições anteriores?

Os dados mostram mudanças importantes na dinâmica eleitoral recente. Em 2018, o PT terminou atrás de Jair Bolsonaro em Minas por cerca de dez pontos percentuais. Já em 2022, Lula venceu Bolsonaro por margem mínima de 0,2 ponto no estado.

Agora, a pesquisa indica um cenário novamente apertado, mas com recuperação parcial do petista em Minas e avanço do bolsonarismo em estados-chave do Sul e Sudeste.

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O que os números indicam para 2026?

A nova rodada da Quaest reforça o diagnóstico de uma eleição altamente polarizada e aberta.

Com rejeições elevadas tanto para Lula quanto para Flávio, a disputa tende a ser decidida por pequenas oscilações regionais, desempenho econômico e capacidade de ampliar apoio fora das bases tradicionais de cada candidato.

VEJA+IA: Este consolidado de pesquisas foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.



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