O caso envolvendo a morte da modelo e empresária Djidja Cardoso, ex-sinhazinha do Boi Garantido encontrada morta em Manaus em 2024, ganhou novos desdobramentos. Nesta quarta-feira (6/5), o STJ (Superior Tribunal de Justiça) negou um novo pedido de liberdade de Ademar Farias Cardoso Neto, irmão da vítima.

Prisão mantida

A defesa de Ademar, que segue preso preventivamente enquanto o processo continua em tramitação, apresentou um pedido liminar de habeas corpus alegando excesso de prazo na prisão. Além disso, os advogados pediam a substituição da medida por cautelares alternativas.

O irmão de Djidja Cardoso foi preso em 2024 por suspeita de tráfico de drogas e associação para o tráfico. Ele estaria envolvido numa rede de distribuição de cetamina, substância de uso veterinário também conhecida como ketamina.

Em março deste ano, a desembargadora Luiza Cristina Nascimento da Costa Marques, do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), já havia negado novos pedidos de liberdade para Ademar e também para Cleusimar de Jesus Cardoso, mãe da ex-sinhazinha.

Justiça nega novo pedido de liberdade de irmão de Djidja Cardoso - destaque galeria

Cinco meses após morte de Djidja Cardoso, mãe e irmão rompem silêncio
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Cinco meses após morte de Djidja Cardoso, mãe e irmão rompem silêncio

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Djidja Cardoso com a mãe, Cleusimar, e o irmão, Ademar
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Djidja Cardoso com a mãe, Cleusimar, e o irmão, Ademar

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Empresário suspeito de vender cetamina à família de Djidja Cardoso se entrega
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Empresário suspeito de vender cetamina à família de Djidja Cardoso se entrega

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"Controle seus poderes", diz mãe de Djidja Cardoso ao filho
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“Controle seus poderes”, diz mãe de Djidja Cardoso ao filho

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Djidja Cardoso posa abraçada com a mãe e o irmão
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Djidja Cardoso posa abraçada com a mãe e o irmão

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Mãe mostra Djidja Cardoso sob efeito de cetamina e pedindo mais
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Mãe mostra Djidja Cardoso sob efeito de cetamina e pedindo mais

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Defesa

Segundo o g1, a defesa diz que as prisões se mantêm apenas por justificativas genéricas, como a gravidade do crime, sem fatos concretos, e que a fase de produção de provas já terminou. Ademar e outros investigados chegaram a ser condenados por tráfico de drogas e associação para o tráfico, mas a condenação foi anulada em 2025.

O caso começou a ser investigado após a morte de Djidja Cardoso, na época com 32 anos, ex-sinhazinha do Boi Garantido no Festival de Parintins, no dia 28 de maio de 2024. Ela foi encontrada dentro de casa, em Manaus, gerando uma comoção nacional com uma história que envolve drogas, religião e crimes como tráfico e associação para o tráfico.





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