
Ludmilla entrou na Justiça para assegurar o direito de usar seu próprio nome como marca registrada. A ação ocorre após negativas do Instituto Nacional da Propriedade Industrial, que apontou conflito com registros anteriores. A briga envolve a também cantora e atriz Ludmilla Anjos de Souza, que possui registros prévios com nomes semelhantes. Por causa disso, pedidos feitos pela funkeira ainda em 2015, incluindo “Ludmilla” e “MC Ludmilla”, acabaram barrados pelo órgão.
Mas ao contrário do que vem sendo noticiado aos montes, a cantora carioca não perderia o uso de seu nome na Justiça, até porque ele é “personalíssimo”. Segundo fontes da área jurídica ouvidas pela coluna GENTE, entretanto, se a outra cantora tiver o mesmo nome e caso tenha registrado primeiro, Ludmila não poderá usá-lo comercialmente como produto.
Se outra pessoa não se chamar “Ludmilla” e ainda assim tenha registrado como marca, a Justiça anula esse registro. O que Ludmilla, a carioca, quer é justamente o reconhecimento do nome para fins comerciais.