A rejeição à indicação de Jorge Messias ao STF, com 42 votos, foi a maior ocorrida no Senado desde a redemocratização.

Senadores já haviam derrubado seis outras escolhas do Executivo, para diferentes cargos, mas nunca com tantos votos contrários.

Antes, a maior rejeição tinha sido a de Luiz Alfredo Salomão, que teve sua indicação para a ANP barrada por 40 votos, em 2003.

Assim como agora, o resultado expressivo foi atribuído à atuação contrária do presidente do Senado, que na época era comandado por José Sarney,

As outras rejeições ocorreram nos governos Lula, Dilma e Bolsonaro em escolhas de embaixadores, do chefe da DPU e em outras agências reguladoras.



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