A Minerva registrou lucro líquido de R$ 87,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, isso representa uma queda de 52,8% frente ao mesmo período do ano anterior. No mesmo período de 2025, a companhia havia alcançado lucro líquido de RS$ 185,0 milhões.
A receita líquida totalizou R$ 13,4 bilhões entre janeiro e março, avanço de 19,8% na comparação com o primeiro trimestre de 2025, estava em R$ 11,1 bilhões.
O EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) foi de R$ 1,1 bilhão, com margem EBITDA de 8,3%, crescimento de 16,2% ante o primeiro trimestre do ano passado. Nos últimos 12 meses, o EBITDA totalizou R$ 5,0 bilhões, recorde para o período de 12 meses, com margem de 8,7%.
O volume de vendas alcançou 481,7 mil toneladas, crescimento de 16,2% em relação ao primeiro trimestre do ano anterior. Com relação a receita bruta, a minerva registrou um incremente de 21,3% neste primeiro trimestre e ficou com R$ 14.479,7 bilhões, sendo que no mesmo período do ano anterior, estava em R$ 11.932,9 milhões. Do total comercializado, 51% foram destinados ao mercado externo, que respondeu por 65% da receita.
Neste primeiro trimestre, aproximadamente 55% da receita bruta consolidada teve origem no mercado externo. A companhia destacou em comunicado que mesmo com a sazonalidade típica do início do ano, o resultado foi impulsionado pela aceleração do mercado chinês e, ainda, pelas
restrições na oferta de carne bovina nos Estados Unidos, que seguem enfrentando um dos piores ciclos pecuários de sua história.
Nesse cenário, China e EUA representaram, 24% e 18% da receita de exportação de carne bovina no trimestre, reforçando os benefícios da nossa diversificação geográfica e a capacidade de arbitrar mercados.
Em comunicado, a companhia destacou que o primeiro trimestre de 2026 foi marcado pela continuidade de um ambiente global caracterizado por elevada volatilidade geopolítica e maior pressão sobre as cadeias de suprimento, reforçando o papel estratégico dos
alimentos.