A atriz Nia Long alega ter recebido um salário menor que o restante do elenco que atuou no longa-metragem “Michael”, cinebiografia sobre parte da carreira de Michael Jackson.

Ao TMZ, a atriz que interpretou Katherine Jackson, a mãe de Michael Jackson diz ter tido sua cláusula contratual desrespeitada com diferença de remuneração.

A atriz estaria ameaçando o estúdio Lionsgate de levar o caso à Justiça, pois tinha garantia de que receberia o mesmo cachê que seus colegas. No entanto, teria descoberto que Miles Teller (John Branca) e Colman Domingo (Joe Jackson) ganharam valores maiores.

O site Puck News teve acesso ao roteiro original, que mostrava que Nia teria um papel maior no terceiro ato, que supostamente incluía “uma cena crucial no final do filme”. No entanto, a personagem Katherine teve pouco tempo de tela no corte final da cinebiografia.

O caso também destaca pagamentos adicionais para o diretor Antoine Fuqua e o produtor Graham King, que receberam grandes quantias pelo trabalho no filme — US$ 10 milhões e US$ 6 milhões, respectivamente. Os valores acompanharam as necessidades de edição e refilmagem de última hora de cenas com alegações de abuso sexual contra Michael Jackson. Por esse motivo, tanto a participação de Nia Long em cena quanto seu cachê teriam sido reduzidos.



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