
A Shotgun, empresa francesa de venda de ingressos que movimenta cerca de 300 milhões de euros por ano globalmente, planeja expandir sua operação no Brasil com foco em festivais — principalmente de música eletrônica. Presente no país há cinco anos, a companhia concentra esforços em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Recife, Belo Horizonte, Curitiba e Brasília, e descarta atuar com gêneros como sertanejo e gospel. “Não conversa com a nossa audiência”, diz Guilherme Brassarotto, diretor da empresa no Brasil. A estratégia aposta na revenda simplificada e em soluções voltadas aos produtores de eventos, especialmente os independentes, para acelerar o crescimento no mercado brasileiro. “O país tem muitos festivais independentes e queremos atendê-los”, diz Brassarotto.