Pré-candidata a uma vaga na Câmara dos Deputados pelo PSD, a empresária Silvia Abravanel, filha de Silvio Santos, relacionou a luta por direitos de pessoas com deficiência (PCDs) e por melhores condições de vida para pacientes com obesidade entre as razões que a levaram a entrar para a política.

“Eu tenho causas a defender, que eu já vivi, de experiências próprias, que são os PCDs. Eu sou mãe de PCD, de uma, eu posso dizer, ‘adulta-criança’. Então eu acho que eu tenho muito a acrescentar na vida dessas pessoas com as minhas experiências, do que eles precisam. Por mais que eu tenha condições, do que me faltou, dos lugares que eu fui com a Luana, do que eu vivenciei”, disse a filha de Silvio Santos.

Silvia Abravanel revela motivo para entrar na política - destaque galeria

Silvia Abravanel, filha de Silvio Santos, pretende disputar uma vaga na Câmara
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Silvia Abravanel, filha de Silvio Santos, pretende disputar uma vaga na Câmara

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Silvia Abravanel com  pai, Silvio Santos, no palco do SBT
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Silvia Abravanel com pai, Silvio Santos, no palco do SBT

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Silvia Abravanel afirma que conduta de Moraes tem sido imparcial
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Silvia Abravanel afirma que conduta de Moraes tem sido imparcial

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Silvia Abravanel fala sobre experiência como mãe de PCD, motivo que a levou a entrar na política
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Silvia Abravanel fala sobre experiência como mãe de PCD, motivo que a levou a entrar na política

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“Então eu acho que eu tenho muito a dar para as mães de PCDs, para os pacientes PCDs. E também a causa da Obesidade. Eu sou presidente da Associação Brasileira de Combate à Obesidade e eu tenho muito a contribuir. Sou mais gordinha, pesava 85 quilos, então eu sei como funciona esse processo de emagrecimento. As abordagens que as pessoas fazem com uma pessoa gordinha, do menosprezo que as pessoas fazem”, afirmou Silvia.

Políticas públicas

Com relação às políticas públicas para PCD, a pré-candidata destacou a necessidade de melhorias no transporte e no acesso a tratamento em comunidades brasileiras.

“[Falta] uma qualidade de vida melhor, condições melhores de transporte. Ter, nas comunidades, lugar para eles poderem fazer treinamento, para eles poderem ser atendidos como se fosse uma mini AACD [Associação de Assistência à Criança Deficiente], digamos assim”, disse.

“De ter esses pequenos espaços para mães que não têm condições de locomoção ou mães que não têm condições de levar os filhos para uma AACD, de poder ter esses locais para poder ter um atendimento melhor, uma fisioterapia, uma equoterapia até, um treinamento com cavalos, que é muito importante para pacientes PCDs. Então, poder dar essa assistência”, afirmou a pré-candidata.



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