A Polícia Federal (PF) já recebeu e deu andamento à denúncia apresentada pelo deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) contra o relator da CPMI do INSS, Alfredo Gaspar (União-AL), por suposto estupro de vulnerável.

A denúncia, segundo apurou a coluna, foi encaminhada para análise da corregedoria da PF. O setor é responsável, entre outras coisas, por fazer a análise técnica sobre a competência da corporação em investigar Gaspar.

Alfredo Gaspar relata CPMI do INSS com parecer de mais de 5 mil páginas
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Alfredo Gaspar relata CPMI do INSS com parecer de mais de 5 mil páginas

Kebec Nogueira/Metrópoles
@kebecfotografo

Líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias
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Líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias

KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo

Polícia Federal
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Divulgação/Polícia Federal (PF)

De acordo com fontes da Polícia Federal, a corregedoria da corporação também analisa se há elementos suficientes para instaurar um inquérito contra o relator da CPMI. Por ora, ainda não há inquérito instaurado.

A denúncia contra o relator da CPMI

Na sexta-feira (27/3), durante a última sessão da CPMI do INSS, Lindbergh revelou ter protocolado uma notícia-fato na Polícia Federal com uma denúncia contra o relator da comissão por suposto estupro de vulnerável.

Segundo a acusação, Gaspar teria mantido relação sexual com uma garota que, há época, teria 14 anos de idade. Dessa relação, teria nascido uma criança, que não teria sido reconhecida como filha pelo relator.

Alfredo Gaspar, por sua vez, afirmou que a criança citada por Lindbergh na denúncia teria sido fruto de um relacionamento de um primo dele, ainda menor de 18 anos, com outra menina menor de idade.

Já petistas sustentam que o caso é outro. O deputado do PT diz ter supostos prints de conversas entre Gaspar e a família da criança, por meio das quais um familiar da garota teria chantageado o relator da CPMI.

 



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