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Quatro homens encapuzados entraram em um dos museus privados mais importantes da Itália e furtaram três obras de arte de grande valor, que, juntas, chegam ao valor de 9 milhões de euros — equivalente a 54,3 milhões de reais, na cotação deste domingo, 29. Os quadros roubados estavam expostos na Fundação Magnani Rocca, que fica em Parma, no norte da península.

O assalto aconteceu no final de semana passado, na madrugada entre os dias 22 e 23, mas foi noticiado neste domingo, 29, pela imprensa italiana. Segundo a emissora pública de televisão TGR Emilia Romagna, foram roubados o “Les Poissons” (“Os peixes”), de Renoir, pintado em 1917 e que, sozinho, já vale 6 milhões de euros (mais de 32 milhões de reais), “Natureza-morta com cerejas”, de Cézanne, pintado em 1890, e “Odalisca na varanda”, de Matisse, pintado em 1922.

Quatro homens encapuzados entraram na Fundação. Eles estavam, segundo a imprensa local, preparados para levarem outras obras embora, mas foram surpreendidos pela equipe de segurança e conseguiram escapar pulando um dos muros. Eles ainda não foram presos e suas identidades tampouco foram reveladas. O crime, ao todo, durou cerca de três minutos — o que reforça a tese de que a quadrilha seria especializada.

Assaltos a museus

Em outubro do ano passado, uma quadrilha invadiu e roubou joias da coroa francesa que estavam expostas no Museu do Louvre, o mais famoso do mundo. O crime cinematográfico foi praticado durante um intervalo de apenas sete minutos e aconteceu em plena luz do dia, às 9h30 do horário local. A polícia francesa prendeu quatro pessoas (dois homens e duas mulheres), identificadas a partir do DNA deixado no museu.

Semanas depois desse assalto ao Louvre, um crime parecido aconteceu no Brasil: oito gravuras de Matisse e cinco de Portinari foram roubadas à luz do dia na Biblioteca Mário de Andrade, no centro da capital paulista. Os dois assaltantes foram flagrados por câmeras de segurança andando pelas ruas de São Paulo com as obras de arte roubadas. Os dois foram presos.

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