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As eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, quando novos deputados e senadores são escolhidos, viraram um fator de queda das bolsas americanas e do bitcoin, a principal criptomoeda do mundo, desde 2018. Segundo a casa de análise Binance Research, as perdas foram compensadas com fortes altas nos três anos seguintes a cada pleito. A tendência já se manifesta neste ano, quando as eleições americanas ocorrerão, em novembro. Para os investidores brasileiros que buscam diversificação, é hora de manter o sangue frio.
Com reportagem de Ernesto Neves e Felipe Erlich
Publicado em VEJA, março de 2026, edição VEJA Negócios nº 24
