Após a Polícia Federal informar, nesta quarta-feira (4/3), a tentativa de suicídio de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, aliado de Daniel Vorcaro conhecido como “Sicário”, políticos de direita começaram a levantar dúvidas sobre o caso.

Figuras como o deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), o ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) e o ex-deputado Alexandre Ramagem, que está foragido nos Estados Unidos, questionaram o ocorrido, que se deu na Superintendência da Polícia Federal em Minas Gerais.

Nikolas critica a Polícia Federal e questiona quem deveria fazer perícia, caso a morte de Mourão se confirme. “Quem fará a perícia da ‘tentativa de suicídio’? […] E se ele morrer, quem fará a perícia? A mesma PF também? Que várzea”, publicou o deputado mineiro.

Já Ramagem, que é ex-delegado da Polícia Federal, alegou que é “altamente improvável” a hipótese de suicídio. O ex-deputado alega que mortes incomuns são o “padrão em crises pela revelação da alta criminalidade desse sistema”.

“É o padrão em crises pela revelação da alta criminalidade desse sistema. Surgem as quedas de helicópteros, explosões de aviões, sequestro e morte de prefeitos, queimas de arquivo, destruição de adversários”.

Carlos Bolsonaro foi outro a publicar questionando o caso. Irônico, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro escreveu que “ainda bem que tudo não passa de uma coincidência”.





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