A investigação da Polícia Federal que levou ao afastamento do prefeito de Macapá, Dr. Furlan, levantou indícios de pagamento de propina tanto para sua ex-esposa quanto para a sua atual mulher.

A apuração envolve indícios de fraude na licitação de construção do Hospital Geral de Macapá.

Um dos sócios da empresa vencedora transferiu 100 mil reais para a ex de Furlan, Isabella  Favacho.

Para a PF, isso “levanta a suspeita de que a mencionada transferência pode configurar o pagamento de propina por meios indiretos ao atual prefeito da capital amapaense”.

A corporação também destacou “registros de operações bancárias suspeitas em favor de pessoa jurídica (RCFS Médicos LTDA.) vinculada à atual companheira do prefeito, Rayssa Furlan”.

Devido aos eventuais desvios, as duas tiveram o sigilo bancário e fiscal quebrado, por decisão do ministro Flávio Dino, do STF.



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