
Na pauta, o PL 1.087/2025, que altera as Leis nºs 9.250, de 26 de dezembro de 1995, e 9.249, de 26 de dezembro de 1995, para instituir a redução do imposto sobre a renda devido nas bases de cálculo mensal e anual e a tributação mínima para as pessoas físicas que auferem altas rendas; e dá outras providências.
À tribuna, em discurso, senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Foto: Waldemir Barreto/Agência Senado (Waldemir Barreto/Agência Senado/Divulgação)
O PT (Partido dos Trabalhadores) condenou o ataque conjunto dos Estados Unidos e Israel contra o Irã neste sábado, 28, e acusou o governo americano de usar “falsas justificativas” de impedir o desenvolvimento de armas nucleares iranianas para a “operação preventiva”. Pouco depois, Flávio Bolsonaro acusou o governo Lula de apoiar o Teerã e se colocar “do lado errado de um conflito grave e ignorar a natureza objetiva do regime que está defendendo”.
Publicado nas redes sociais, o posicionamento do PT destaca que o ataque foi conduzido em meio a tratativas diplomáticas, e apelo “às partes envolvidas para que respeitem o direito internacional, evitem a escalada das tensões e garantam a proteção de civis e da infraestrutura civil”. “Fazemos um chamado à comunidade internacional para trabalhar de forma unida e multilateral em direção à contenção de mais um conflito béico qie pode ter consequências imprevisíveis”, continua a nota.
Em seu perfil no X, o filho de Bolsonaro e pré-candidato à presidência pelo PL disse que “neutralidade não é sinônimo de complacência, e contenção não pode significar apoio indireto a regimes que promovem terror, desestabilização e sofrimento”. “Trata-se de um governo que financia e apoia organizações terroristas, que grita publicamente ‘morte à América’, que defende abertamente ‘varrer Israel do mapa’ e que mantém um programa nuclear notoriamente para fins militares”, escreveu ele.
Em viagem a Juiz de Fora, Lula ainda não se pronunciou diretamente sobre o conflito. O governo brasileiro, no entanto, condenou o ataque e se posicionou a favor da diplomacia do direito internacional através do Itamaraty. “Os ataques ocorreram em meio a um processo de negociação entre as partes, que é o único caminho viável para a paz, posição tradicionalmente defendida pelo Brasil na região”, diz o comunicado, pedindo ainda que todas as partes “exerçam máxima contenção” para evitar “a escalada de hostilidades e a assegurar a proteção de civis e da infraestrutura civil.”
Ministra das relações institucionais, Gleise Hoffmann também se manifestou sobre o conflito. “O ataque de Trump e Netanyahu ao Irã é uma ameaça à paz e à estabilidade no mundo. Nada justifica a ofensiva militar contra populações civis, principalmente quando havia negociações diplomáticas em curso. É mais um ataque irresponsável e autoritário que merece condenação e repúdio”, escreveu ela em seu perfil no X.