O vice-presidente Geraldo Alckmin, que está responsável pela Presidência da República enquanto Luiz Inácio Lula da Silva está em viagem à Ásia, afirmou que a situação brasileira, por ora, está melhor do que antes da reviravolta no tarifaço dos Estados Unidos promovida nesta sexta-feira, 20. Pela manhã, a Suprema Corte americana anunciou a decisão que reconheceu como ilegal a maior parte das tarifas aplicadas pelo presidente Donald Trump ao longo do ano passado.

Com isso, as chamadas tarifas recíprocas, que foram tarifas adicionais aplicadas por Trump a cada parceiro comercial, deixam de valer. A tarifa do Brasil era de 40%, adicionada à tarifa padrão internacional de 10% – e era a mais alta dentre todos os países. Poucas horas depois, Trump anunciou uma nova taxa global de 10%, em substituição ás tarifas derrubadas.

“Os 10% global é para todos, nós não perdemos competitividade”, disse Alckmin, que deu uma coletiva à imprensa no fim da tarde. “O que estava acontecendo é que o Brasil estava com a tarifa de mais 40% que ninguém tinha, e esse é que era o problema. Aí efetivamente nós perdíamos competitividade.”

Em atualização



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