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O presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), afirmou nesta sexta-feira, 13, que solicitará ao novo relator do caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro André Mendonça, “a devolução à comissão de todos os documentos referentes às quebras de sigilo bancário, fiscal e telefônico do senhor Daniel Vorcaro“. No final do ano passado, o ministro Dias Toffoli — que deixou a relatoria do caso nesta quinta-feira, 12, havia determinado o envio dos dados ao Senado sob a tutela de Davi Alcolumbre (União-AP), que não encaminhou as informações para CPMI. 

Segundo Viana, “esses elementos são fundamentais para a continuidade dos trabalhos da CPMI, para a consolidação das provas já colhidas e para o avanço responsável do relatório final. A comissão tem o dever constitucional de apurar os fatos com profundidade, respeito ao devido processo legal e total transparência”. 

 

 

O parlamentar mineiro informou ainda que vai se encontrar com Mendonça no retorno dos trabalhos do Senado pós-feriado de Carnaval “ocasião em que trataremos pessoalmente da importância da cooperação entre os Poderes para que a CPMI possa cumprir integralmente sua missão”. A oitiva de Vorcaro, segundo Viana, continua marcada para o próximo dia 26, uma quinta-feira. Ao saber que Mendonça era novo relator do caso Master, o senador e presidente da CPMI do INSS publicou em sua rede social X, antigo Twitter, que “o momento exige prudência, imparcialidade e coragem institucional”.

Como noticiado pela coluna Radar, de VEJA, o ministro André Mendonça pretende seguir uma linha de atuação já vista em outros processos conduzidos por ele na Corte. Ele resumiu de maneira curta como pretende se guiar na condução das investigações em curso na Polícia Federal e na PGR. “Farei um trabalho sério e técnico”, diz Mendonça.





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