Após viralizar nas redes sociais em um vídeo onde admitia que agredia o filho, o pastor Edson Cursino, da Assembleia de Deus Ministério de Taubaté, no interior de São Paulo, usou seu Instagram para se manifestar. A polêmica tomou a web nesse sábado (24/1).

No vídeo, que foi gravado durante uma pregação, o líder religioso descreveu episódios de punição física aplicados à criança de 10 anos e afirmou que o medo é parte do método que utiliza para educar o filho caçula. Em um dos trechos, o pastor contou que usou uma vara para bater e que o menino tentou reduzir a dor vestindo várias calças ao mesmo tempo.

Em seu perfil do Instagram, Edson Cursino revelou que a gravação era antiga e que, na época, ele foi acompanhado pelo Ministério Público e pelo Conselho Tutelar.

“Entendi que falas fora do contexto poderiam causar interpretações equivocadas. Mesmo antes de qualquer processo, já havia me retratado junto à comunidade local e firmado um acordo com o Ministério Público para não mais propagar títulos de ilustração […] Cabe ressaltar que foi apurado e não achado nenhum tipo de agressão ao meu filho”, disse.

Na postagem, o pastor também informou que atualmente o filho caçula vai fazer 13 anos. “[É] um menino estudioso que tem sido uma benção, um menino fora da curva, muito inteligente”, contou o pai.





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