Doze cidades da Grande São Paulo começam 2026 com aumento nas tarifas dos ônibus municipais. Entre os municípios com reajustes tarifários está a capital paulista.

Cinco destes municípios aplicaram um ajuste de 5,2% no valor da passagem. Novas tarifas passam a valer nesta segunda-feira (5/1). São eles: Osasco, Barueri, Carapicuíba, Jandira e Itapevi. As passagens de ônibus passam a custar R$ 5,80. Todas estas cidades fazem parte do Consórcio Intermunicipal da Região Oeste Metropolitana de São Paulo (Cioeste).

Além delas, outras sete cidades anunciaram aumentos na passagem de ônibus. São elas: Guarulhos, Itaquaquecetuba, Ribeirão Pires, Arujá, Mauá, Osasco e Rio Grande da Serra.


Veja os novos preços:

  • Guarulhos: Passagem passa a custar R$ 6,20
  • Itaquaquecetuba: Passagem passa a custa R$ 7,10 e R$ 3 para estudantes.
  • Ribeirão Pires: Passagem passa a custar R$ 7,50 e R$ 3,75 para estudantes
  • Arujá: Passagem passa a custar R$ 6
  • Mauá: Passagem passa a custar R$ 7,50 e R$ 3,75 para estudantes. A tarifa social será R$ 5,90
  • Osasco: Passagem passa a custar R$ 6,10 e R$ 5,80 para estudantes
  • Rio Grande da Serra: Passagem passa a custar R$ 5,50 e serão gratuitas para estudantes.

Aumento em intermunicipais

As passagens dos ônibus intermunicipais metropolitanos de São Paulo também ficarão mais caras a partir desta terça-feira (6/1), após entrarem em vigor os novos valores das tarifas do transporte.

Segundo o governo de São Paulo, os novos valores variam de acordo com a extensão das linhas, o tipo de serviço oferecido (comum ou seletivo) e eventuais integrações com outros transportes, como trens, metrô e VLT, mantendo a variação tarifária já existente entre os sistemas.

O documento com as novas tarifas de todas as linhas operadas pela Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo (EMTU) em São Paulo pode ser acessado neste link.

Trens e metrô também terão reajuste em 2026

A política de aumento das tarifas não se restringe aos ônibus. O governo do estado anunciou que, a partir de 6 de janeiro de 2026, a tarifa do metrô e dos trens da região metropolitana de São Paulo passará de R$ 5,20 para R$ 5,40. O reajuste atinge milhões de usuários que dependem diariamente do sistema metroferroviário para se deslocar entre a capital e cidades da Grande São Paulo.

O reajuste de 3,85%, segundo a gestão Tarcísio de Freitas (Republicanos), fica abaixo da inflação acumulada no ano, estimada em 4,41% pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Mesmo assim, a elevação ocorre em um contexto de alta generalizada das tarifas de transporte público, aumentando o peso dos deslocamentos no orçamento de milhões de passageiros.



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