A MBRF, empresa de alimentos criada a partir da fusão entre a Marfrig e a BRF, concluiu a maior captação de sua história: 2,4 bilhões de reais. Inicialmente, a companhia planejava levantar 1,9 bilhão por meio da emissão de debêntures lastreadas em quatro séries de Certificados de Recebíveis do Agronegócios (CRAs) com vencimentos entre 2030 e 2055.

A demanda pelos papéis, contudo, alcançou 2,9 bilhões de reais e levou a companhia a emitir um lote adicional de 475 milhões de reais. O grande número de interessados também ajudou a reduzir o custo do capital. As taxas oferecidas em todas as quatro séries de papéis recuou 0,22 ponto percentual em relação às propostas no começo. Pelas contas da MBRF, isso significará uma economia de 5 milhões de reais em despesas financeiras por ano. O custo final ficou em CDI + 0,25%.



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