Parlamentares governistas celebraram nesta sexta-feira (12) a decisão do governo dos Estados Unidos de retirar o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), e a esposa, Viviane Barci de Moraes, da lista de sanções da Lei Magnitsky.

O governo norte-americano também excluiu a Lex Institute, apontada em nota anterior como responsável por atuar como “holding para Moraes, sendo proprietária de sua residência, além de outros imóveis residenciais”. O magistrado havia sido incluído na lista em julho, e Viviane, em 22 de setembro.

A reversão provocou reações entre a base governista. O líder do PT na Câmara, deputado Lindbergh Farias (RJ), classificou a decisão como uma “vitória”.

Para ele, a retirada dos nomes representa “uma derrota histórica dos traidores da Pátria que tentaram negociar sanções internacionais, revogação de vistos, tarifas e a chamada ‘pena de morte financeira’ contra o ministro relator do STF no caso da trama golpista”.

A deputada Fernanda Melchionna (PSOL-RS) também comemorou a medida. Segundo ela, a exclusão de Moraes e de sua esposa da lista era uma correção necessária por parte do governo norte-americano. A parlamentar afirmou que a sanção representava uma “imposição imperialista” sobre um ministro brasileiro.





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