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O ministro Gilmar Mendes, do STF, surpreendeu a todos, dentro e fora da Corte, ao decidir limitar à PGR a prerrogativa de pedir o impeachment de ministros do Supremo.
Nos bastidores, Gilmar já havia avisado a colegas de STF e a senadores que decidiria ainda este ano sobre o afastamento de magistrados.
Mas ninguém em Brasília estava preparado para o conteúdo e a forma da canetada, via decisão liminar monocrática.