O ministro do STF Alexandre de Moraes e a Polícia Federal (PF) preparam novas ofensivas no âmbito da investigação que apura a relação entre autoridades e milícias do Rio de Janeiro com integrantes do Comando Vermelho (CV).

Segundo fontes da PF e do Supremo ouvidas pela coluna sob reserva, as investigações sobre o tema avançaram nas últimas semanas e devem resultar em novas operações da PF, autorizadas por Moraes, nos próximos dias.

Ministro Alexandre de Moraes é o relator das ações que questionam a lei no STF
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Ministro Alexandre de Moraes é o relator das ações que questionam a lei no STF

Gustavo Moreno/SCO/STF

Ministro Alexandre de Moraes
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Ministro Alexandre de Moraes

LUIS NOVA/ESPECIAL METRÓPOLES @LuisGustavoNova

Chefe da PF, Andrei Passos acompanha Lula em viagem ao Japão
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Chefe da PF, Andrei Passos acompanha Lula em viagem ao Japão

José Cruz / Agência Brasil

Em março, a PF realizou três fases da operação, cumprindo mandados de busca e apreensão e de prisão. Entre as pessoas presas, havia dois delegados — um da PF e outro da Polícia Civil —, dois policiais civis e sete policiais militares.

A operação foi batizada de “Anomalia” e apura a obstrução de investigações sobre o CV por meio de extorsão de traficantes, o favorecimento de um traficante internacional de drogas e o suporte e auxílio a criminosos do Rio.

Segundo Moraes, além do domínio territorial mediante uso da força, as organizações criminosas se destacam pela “infiltração política que tais grupos alcançaram nos últimos anos, seja na esfera municipal, estadual e federal”.

A mesma investigação já prendeu o ex-deputado estadual Thiego dos Santos, o TH Joias, e o ex-chefe da Assembleia do Rio, Rodrigo Bacellar (União Brasil). Eles foram presos sob suspeita de vazar informações sigilosas para integrantes do CV.



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