Aos 15 anos de carreira, Marcelo Alvim vive uma fase especial. Referência no teatro musical brasileiro, o artista está em cartaz com “Chatô e os Diários Associados – 100 Anos de uma Paixão”, retoma as apresentações do consagrado “Cartas para Gonzaguinha” e se prepara para um novo desafio profissional: sua estreia na televisão, integrando o elenco de “Ben-Hur”, nova produção da Record.

Em entrevista exclusiva à coluna Fábia Oliveira, o ator destacou o balanço desses 15 anos de maneira positiva. “Faço um balanço muito positivo. Foram 15 anos de muito estudo, trabalho e experiências que me fizeram crescer como artista e como pessoa”, afirmou.

Acostumado aos palcos, Marcelo admite que não imaginava viver tantos projetos importantes ao mesmo tempo. “Claro que eu sonhava alto, mas viver simultaneamente experiências tão diferentes e enriquecedoras é algo que supera muitas expectativas que eu tinha lá atrás”.

Sucesso nos palcos, Marcelo Alvim vive expectativa por primeira novela - destaque galeria

Marcelo Alvim
1 de 4

Marcelo Alvim

Foto: Nathan Quinhões

Marcelo Alvim
2 de 4

Marcelo Alvim

Foto: Nathan Quinhões

Marcelo Alvim
3 de 4

Marcelo Alvim

Foto: Nathan Quinhões

Marcelo Alvim
4 de 4

Marcelo Alvim

Foto: Nathan Quinhões

Sobre a chegada à TV, ele define o momento como especial: “Teatro e televisão têm linguagens diferentes, mas, ao mesmo tempo, sinto que toda a bagagem que construí nos palcos tem sido uma base muito sólida para mim nesse momento”.

Leia a entrevista completa com Marcelo Alvim:

Você está celebrando 15 anos de carreira. Que balanço faz dessa trajetória?
Faço um balanço muito positivo. Foram 15 anos de muito estudo, trabalho e experiências que me fizeram crescer como artista e como pessoa.

Quando começou, imaginava chegar a esse momento vivendo tantos projetos importantes ao mesmo tempo?
Sinceramente, não. Claro que eu sonhava alto, mas viver simultaneamente experiências tão diferentes e enriquecedoras é algo que supera muitas expectativas que eu tinha lá atrás.

Existe algum sonho que ainda não realizou profissionalmente?
Muitos. Acho que os sonhos vão mudando à medida que o tempo avança. Atualmente tenho vontade de ampliar minha atuação no audiovisual.

Depois de uma carreira consolidada nos palcos, como está sendo a experiência de gravar sua primeira produção para TV?
Tem sido uma experiência muito especial. Teatro e televisão têm linguagens diferentes, mas, ao mesmo tempo, sinto que toda a bagagem que construí nos palcos tem sido uma base muito sólida para mim nesse momento.

Como recebeu o convite para integrar o elenco de “Ben-Hur”?
Recebi o convite com muita surpresa e entusiasmo. Foi algo que eu realmente não esperava naquele momento, então a notícia veio com uma mistura de alegria e expectativa.

O que mais te chamou atenção na história de Assis Chateaubriand? Qual foi o maior desafio desse trabalho?
O que mais me chamou atenção foi a dimensão histórica de Assis Chateaubriand e a influência que ele exerceu na comunicação brasileira. Ao mesmo tempo, ele foi uma figura bastante controversa, marcada por conquistas importantes e muitas contradições. Acho que essa complexidade torna sua trajetória especialmente interessante.

“Cartas para Gonzaguinha” está em cartaz desde 2019 e já foi visto por milhares de pessoas. Qual o segredo da longevidade desse espetáculo?
Acho que o segredo está na força da obra do Gonzaguinha e na conexão emocional que ela cria com o público. As músicas e as reflexões presentes no espetáculo continuam extremamente atuais. Além disso, existe um compromisso muito grande de toda a equipe e um carinho imenso por esse espetáculo.

Você trabalha diretamente com cerca de 10 mil crianças e jovens através do Aprendiz Musical. O que essa experiência representa para você? Como a arte pode transformar a vida de uma criança?
É uma das experiências mais significativas da minha trajetória. A arte amplia horizontes! Ver crianças e jovens descobrindo suas potencialidades através da arte é algo muito poderoso e inspirador.

O que ainda te dá frio na barriga antes de uma estreia?
O que ainda me dá frio na barriga é o imprevisível. No teatro, a gente costuma desejar ‘merda’ antes de entrar em cena, e eu sempre brinco que é porque alguma coisa vai sair do controle. Por mais que a gente ensaie, nunca sabemos exatamente o que vai acontecer. Acho que essa abertura para o erro e para o inesperado é justamente o que faz do teatro uma experiência tão viva: o encontro real com o agora.

Se pudesse conversar com o Marcelo que estava começando na Martins Penna, o que diria?
Eu diria para ele confiar mais no processo! Muitas vezes a gente quer que as coisas aconteçam rapidamente, mas tudo se constrói com tempo. Também diria para se cobrar menos. Nem tudo precisa estar resolvido de imediato.





Source link

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *