As administrações brasileira e argentina do Parque Nacional do Iguaçu emitiram notas, neste domingo (7/6), reforçando a proibição de ultrapassar as grades de segurança nas Cataratas do Iguaçu, em Foz do Iguaçu (PR). O comunicado veio após um turista pular na água para tentar recuperar um celular que havia caído.

A concessionária Iguazú Argentina S.A. destacou que ultrapassar, subir ou sentar em grades de segurança ou guarda-corpos nas Cataratas é expressamente proibido.

Segundo a administração, as estruturas existem para evitar situações de risco e a segurança também depende da responsabilidade dos visitantes.

Caso os turistas desrespeitem as regras no lado argentino do parque, podem ser multados e proibidos de frequentar outros parques nacionais da Argentina.

Conforme a concessionária Urbia Cataratas, que administra o lado brasileiro, caso algum item caia no rio ou nas encostas, a orientação é acionar a equipe de bombeiros para avaliar a possibilidade de resgate.

“Essa medida é fundamental para preservar a integridade dos profissionais envolvidos nas operações de resgate e garantir a segurança dos demais visitantes”, informou a Urbia Cataratas.

Homem pulou na água em busca de celular
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Homem pulou na água em busca de celular

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Cataratas do Iguaçu
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Cataratas do Iguaçu

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Cataratas do Iguaçu

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Em busca de celular

Um turista protagonizou uma cena de risco nas Cataratas do Iguaçu, em Foz do Iguaçu (PR), ao tentar recuperar um celular que havia caído próximo às quedas d’água. O episódio ocorreu na manhã de sábado (6/6) e foi filmado por pessoas que visitavam o local.

As imagens mostraram o homem deixando a área destinada ao público e descendo até uma região próxima ao rio para alcançar o aparelho. Após conseguir recuperar o celular, ele retorna à passarela utilizada pelos visitantes.

Segundo a administração do Parque Nacional do Iguaçu, o visitante é brasileiro. O órgão não informou detalhes sobre a identidade dele.

Assim que a situação foi percebida, equipes de bombeiros civis que atuam no parque abordaram o turista. Os profissionais prestaram orientações sobre os riscos da atitude e acompanharam o homem durante o restante da visita. Ao final do passeio, ele foi retirado do parque.

 



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