A 30ª edição da Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo, que será realizada neste domingo (7), na capital paulista, contará com mais de 1,5 mil policiais para reforçar a segurança do evento.
Além da Polícia Militar, delegacias da Polícia Civil terão equipes reforçadas durante a parada, com apoio da Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi).
Segundo a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP), a operação também contará com monitoramento por drones e câmeras, além de equipes posicionadas em pontos estratégicos da região central e da Avenida Paulista, onde ocorrerá o evento.
Participam da operação unidades especializadas da Polícia Militar, como Cavalaria, Choque, Policiamento de Trânsito, Corpo de Bombeiros e Aviação.
No dia da parada, também serão instalados gradis e torres de observação para auxiliar na organização do fluxo de pessoas na região.
A Polícia Civil informou que os plantões serão reforçados com apoio do Grupo Armado de Repressão a Roubos (Garra), do Departamento de Operações Policiais Estratégicas (Dope), atuará no entorno da manifestação com foco na prevenção de roubos, furtos e outros crimes contra o patrimônio.
O Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP) também participará da operação.
Operação no ano passado resultou na prisão de oito pessoas
Durante a Parada do Orgulho LGBT+ de 2025, policiais infiltrados entre os participantes prenderam sete suspeitos em flagrante por furto de celulares e um por receptação. Ao todo, 24 aparelhos foram recuperados. Entre os detidos, cinco eram estrangeiros.
Pelo menos três vítimas foram identificadas e tiveram os celulares devolvidos. As equipes trabalharam para localizar os demais proprietários dos aparelhos recuperados.
Os presos foram encaminhados ao DHPP, e os casos foram registrados como furto e associação criminosa.