
Além do futebol, a Copa do Mundo há anos lança moda fora de campo, especialmente quando o assunto é… cabelo. Ao longo das edições, jogadores transformaram cortes ousados em marcas registradas. David Beckham foi um dos nomes que mais chamaram atenção nesse quesito. Na Copa de 2002, o inglês apareceu com um moicano que rapidamente virou febre entre fãs. O visual reforçava a imagem de Beckham como astro pop do futebol, sempre atento à moda e aos holofotes.
Na mesma edição, Ronaldo Fenômeno também entrou para a história — não só pelos gols que deram o pentacampeonato ao Brasil, mas pelo famoso corte “cascão”. Com apenas uma meia-lua de cabelo na parte da frente da cabeça, o atacante surpreendeu o público e criou um dos visuais mais lembrados das Copas. Neymar também já usou o Mundial como vitrine. O jogador brasileiro apareceu com cabelo loiro e visual ousado, mantendo a tradição de craques que não passam despercebidos nem antes de a bola rolar.
Outros cortes também ficaram marcados, como o mullet de Chris Waddle, um dos estilos mais populares dos anos 1980 e 1990. Já o colombiano Carlos Valderrama transformou seus cachos loiros e volumosos em uma marca registrada, criando uma das imagens mais reconhecíveis da história das Copas. Bobby Charlton, por sua vez, ficou conhecido pelo penteado jogado para o lado para disfarçar a calvície.
Mais recentemente, nomes como Marc Cucurella e Julian Ryerson mostraram que a Copa segue sendo espaço para ousadia. O espanhol chama atenção pelos longos cachos encaracolados. Já o norueguês ganhou destaque por exibir um corte com desenho de estampa de leopardo raspado no cabelo, um visual incomum que rapidamente repercutiu entre torcedores e nas redes sociais.
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