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Pelo menos 21 pessoas morreram e outras 40 ficaram feridas devido a um incêndio em um hotel em Nova Delhi, na Índia, nesta quarta-feira, 3. Ainda não há informações sobre o que teria dado início ao fogo no Flourish Stay B&B, uma pousada econômica no sul da capital indiana. Autoridades investigam se o prédio de cinco andares possuía as licenças necessárias para funcionamento.

O incêndio teria começado por volta de 9h da manhã no horário local (00h30 em Brasília) e rapidamente se espalhado pelo prédio, localizado no bairro de Malviya Nagar. Segundo testemunhas ouvidas pela agência de notícias Reuters, o fogo teria surgido no térreo do prédio, onde fica um restaurante. As chamas prenderam hóspedes que estavam nos andares superiores, forçando muitos a pular do edifício para escapar.

Imagens divulgadas nas redes sociais mostram pelo menos duas pessoas saltando do topo do hotel, e testemunhas afirmaram que vários outros hóspedes tomaram a mesma decisão. “Tem uma loja de colchões aqui. Pegamos os colchões de lá e os colocamos na estrada para ajudar quem pulava no prédio”, disse o morador local Wasim Raja, que participou do resgate inicial, à Reuters. 

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De acordo com as autoridades de Nova Delhi, oito bombeiros foram enviados para apagar o incêndio, que só foi contido às 12h no horário local (3h30 em Brasília), enquanto policiais e socorristas conduziam as operações de resgate. No total, 21 pessoas morreram, incluindo 18 estrangeiros, e cerca de 40 foram resgatadas e encaminhadas a hospitais próximos.

Nas redes sociais, o primeiro-ministro Narendra Modi lamentou as mortes e anunciou uma indenização de 200 mil rúpias (cerca de R$ 10.500) para as famílias das vítimas e 50 mil rúpias (aproximadamente R$ 2.600) para os feridos. “As autoridades estão fornecendo toda a assistência possível aos afetados”, disse ele, em uma publicação no X, antigo Twitter. 

Uma queixa foi registrada contra o proprietário do Flourish Stay, Luvkesh Bajaj, que está foragido da polícia desde o início da manhã. Informações divulgadas pelo portal Índia Today apontam que Bajaj não tinha licença para operar o restaurante no andar inferior do hotel e que, portanto, o funcionamento era ilegal.





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