Belo Horizonte — O caso mais famoso da ufologia brasileira chegou ao conhecimento de um dos maiores nomes do cinema mundial. O diretor Steven Spielberg afirmou conhecer a história do suposto ET de Varginha e ainda revelou qual teria sido o destino da criatura que, segundo relatos, foi vista no Sul de Minas em 1996.

Durante a divulgação de seu novo filme, Dia D, Spielberg comentou o episódio que transformou Varginha em referência mundial para entusiastas da ufologia. Segundo o cineasta, os Estados Unidos teriam levado o suposto alienígena embora de Minas Gerais após os acontecimentos registrados na cidade.

“O governo americano se envolveu imediatamente e enviou representantes ao Brasil para retirar os seres do exército brasileiro, que os protegia. Existem muitas histórias como essa”, disse o diretor ao Fantástico.

A declaração reacendeu o interesse por um caso que, três décadas depois, continua cercado de mistério, teorias e controvérsias.

Entenda o caso

Em janeiro de 1996, Varginha, no Sul de Minas Gerais, ganhou projeção internacional após uma série de relatos envolvendo supostos seres extraterrestres. O episódio teve início após moradores afirmarem ter visto uma criatura de aparência incomum em um terreno da cidade.

Nos dias seguintes, testemunhas relataram movimentações atípicas de viaturas militares e do Corpo de Bombeiros, além da suposta captura de um ser desconhecido. As histórias se espalharam rapidamente e passaram a alimentar uma das mais conhecidas lendas da ufologia brasileira.

Ao longo dos anos, livros, documentários e investigações independentes buscaram esclarecer o que realmente aconteceu. Apesar das versões apresentadas por autoridades e pesquisadores, o caso nunca foi encerrado de forma definitiva.

Em 2022, um inquérito conduzido pelo Exército e pela Polícia Militar concluiu que não houve qualquer evidência da presença de extraterrestres em Varginha. Ainda assim, testemunhas e estudiosos do tema continuam questionando as explicações oficiais, mantendo viva a história do chamado “ET de Varginha”.



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