
O deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) solicitou que o ministro André Mendonça determine o aprofundamento da investigação da conexão entre a fraude do Banco Master e a Operação Carbono Oculto.
Lindbergh apresentou uma notícia de fato baseado em uma notícia publicada pelo Radar que mostrou que um dos braços das apurações conduzidas por Mendonça envolve negócios criminosos realizados a partir da Reag Investimentos.
Uma fortuna em torno de 100 milhões de reais dos empresários Mohamad Hussein Mourad, o “Primo”, e Roberto Augusto Leme da Silva, o “Beto Louco”, alvos da Carbono Oculto, foi parar no Banco Master, por intermédio da Reag.
O deputado solicitou a Mendonça uma série de providências, inclusive “a determinação para que a Polícia Federal aprofunde, com urgência, a trilha financeira dos valores mencionados”.
Também pediu a requisição de informações para Banco Central, Receita Federal, Coaf e CVM e o compartilhamento de informações levantadas pela Carbono Oculto.
Apesar de ter sido direcionada a Mendonça, a petição ainda não foi oficialmente distribuída no STF.