Dias após o governo Donald Trump contrariar Lula e classificar o PCC e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas, o ministro das Relações Exteriores brasileiro, Mauro Vieira, viajou à China.

O chanceler de Lula desembarcou em Pequim no domingo (31/5) em busca de ajuda para amenizar os efeitos da guerra entre Estados Unidos e Irã para o agronegócio brasileiro.

Mauro Vieira, ministro das Relações Exteriores
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Márcio Batista/MRE

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Hugo Barreto/Metrópoles
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Na segunda-feira (1º/6), Vieira tem uma reunião com o chanceler chinês, Wang Yi. Na pauta, o fornecimento de fertilizantes para o agronegócio brasileiro, afetado pelo fechamento do Estreito de Ormuz pelo Irã.

A China é um dos maiores fornecedores do insumo para o Brasil. No entanto, com o conflito entre americanos e iranianos no Oriente Médio, o país asiático restringiu a exportação dos fertilizantes desde março.

Integrantes do Itamaraty disseram à coluna que o chanceler Mauro Vieira vem discutindo soluções com os parceiros comerciais do Brasil para ajudar o agronegócio brasileiro.

Na semana passada, Vieira se reuniu com representantes do setor na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), quando ouviu relatos de preocupação do agronegócio.

Há 15 dias, o ministro brasileiro também esteve no Cazaquistão e no Uzbequistão, que são produtores e exportadores de fertilizantes, em busca de novos fornecedores do insumo.



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