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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicou que pode não comparecer ao casamento do filho devido a uma conjuntura política que “não é boa” para ele. Em declaração a repórteres na última quinta-feira 22, ele afirmou que vai “tentar ir” à cerimônia de matrimônio de Donald Trump Jr., mas questões como a guerra contra o Irã podem ser um impeditivo.

“Ele gostaria que eu fosse”, disse o presidente sobre seu primogênito. “Mas será só um pequeno evento privado, e vou tentar fazer isso. Estou no meio — sabe, esse não é um bom momento para mim. Tenho algo chamado Irã e outras coisas”, completou o mandatário.

Donald Trump Jr., 48, é o filho mais velho de Trump, fruto do seu primeiro casamento, com Ivana Trump. Após romper um noivado de cinco anos com a modelo Kimberly Guilfoyle em 2024, o primogênito do clã revelou seu novo relacionamento em janeiro do ano passado, quando compareceu com a socialite Bettina Anderson à posse do pai.

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“Ela é uma pessoa que conheço há muito tempo, e espero que eles tenham um ótimo casamento”, comentou Trump sobre a nova nora.

Ainda assim, a aprovação não foi suficiente para o mandatário cravar presença no dia da cerimônia. Embora tenha utilizado o conflito no Oriente Médio como uma justificativa para sua possível ausência, a verdade é que a guerra com Teerã não impediu Trump de estar em um evento do Ultimate Fighting Championship (UFC) em Miami ou de um campeonato do PGA Tour em seu clube de golfe em Doral, na Flórida.

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Claro, Trump pode ter chegado à conclusão de que participar de festejos nas Bahamas enquanto milhões de eleitores americanos sofrem as consequências do aumento nos preços da gasolina e dos alimentos não é a melhor das decisões. Principalmente considerando que as últimas pesquisas de opinião mostram que sua popularidade atingiu os níveis mais baixos de todos os tempos.

“Não tenho como ganhar nessa situação”, avaliou o republicano, em aceno ao cenário desfavorável. “Se eu comparecer, morro. Se não comparecer, sou morto — pelas notícias falsas, claro”, completou.



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