
Bruno Gagliasso reforçou a onda de críticas a Juliano Cazarré nesta quinta-feira, 21, e acusou o ator de lucrar com a disseminação de fake news. “A gente não pode dar palco para um cara que está falando que as mulheres matam mais do que os homens. E ainda ganha dinheiro com isso”, atestou ele durante o podcast Conversa Vai, Conversa Vem.
Criador de um encontro criado para “fortalecer os homens”, baseado em ideais conservadores de masculinidade, o ator falava sobre violência no Brasil em um debate na Globo News quando afirmou que mulheres matam mais seus parceiros do que os homens — uma fake news compartilhada com frequência em grupos conservadores, mas que já foi amplamente desmentida por dados e especialistas.
No papo, Gagliasso rejeitou o modelo de masculinidade propagado por Cazarré e demonstrou preocupação com a criação dos filhos do ator, que se posicionou contra a educação sexual nas escolas com uma outra fake news famosa sobre preservativos no colégio. “Realmente acham que na escola ensinam a colocar camisinha com a boca? Não é possível”, disparou Gagliasso sobre a fala do colega.
O artista defendeu ainda a necessidade dos homens demonstrarem as próprias emoções, e atestou que vê a masculinidade de maneira oposta a que é propagada por Cazarré. “Se ser homem é não chorar, eu não sou homem”, disparou.