O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) falou, nesse domingo (17/5), a respeito do financiamento do filme autobiográfico Dark Horse, que contará a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Após a repercussão da notícia de que o banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do banco Master, financiou a produção, Eduardo negou que houve oferta de qualquer contrapartida a ele, em razão do dinheiro repassado para o longa-metragem.

“A gente só tinha a oferecer a ele exposição para ele ser perseguido. Qual era a contrapartida do Vorcaro?”, questionou Eduardo durante em entrevista ao blogueiro Paulo Figueiredo.

O uso do dinheiro de Vorcaro ficou evidenciado em mensagens enviadas pelo senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que vieram à tona na última semana, em reportagem publicada pelo site The Intercept Brasil.

Depois de negar, inicialmente, o uso do dinheiro do banqueiro para financiar o filme, Flávio admitiu que houve um contrato de patrocínio com Vorcaro. Segundo o Intercept, o valor total do acordo chegaria a US$ 134 milhões.

“Renda passiva”

Eduardo negou, ainda, que tenha tido qualquer contato ou relação com Vorcaro e que não recebeu dinheiro dele ou de qualquer fundo ligado ao banqueiro.

“Se houver conversas minhas com Vorcaro, parem de me seguir”, disse ele aos apoiadores. “Não há qualquer possibilidade. Não participei de nenhum encontro com ele, nem no contexto do filme”, declarou.

Segundo Eduardo, o contrato com Vorcaro restringiu-se ao filme.

Depois das suspeitas de que parte do dinheiro do controlador do Master teria sido utilizada para sustentá-lo em solo norte-americano, Eduardo disse que se mantém com “renda passiva”.

Ele e a família se mudaram para os EUA em fevereiro do ano passado. O ex-deputado citou como exemplo de dinheiro que ele usa para se manter os R$ 2 milhões de uma campanha via Pix feita pelo pai, Jair Bolsonaro.



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