Pesquisa realizada durante o HR First Class mostra que a inclusão de profissionais neurodivergentes ainda não avançou de forma consistente nas empresas brasileiras. Apenas 7,9% já incorporaram a pauta à estratégia e cultura organizacional, enquanto a maioria permanece em estágios iniciais ou sem ações estruturadas. Os principais entraves apontados são falta de informação, preparo das lideranças e limitação orçamentária, o que evidencia um descompasso entre o reconhecimento do tema e sua execução prática. A baixa maturidade também se reflete no recrutamento, já que menos de 8% das empresas possuem estratégias estruturadas para atrair talentos neurodivergentes. 



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