Letícia Colin falou sobre o desafio de viver sua primeira protagonista no horário das nove durante a festa de lançamento de Quem Ama Cuida, nova novela da TV Globo que estreia nessa segunda-feira (18/5).
Na trama, ela interpreta Adriana, personagem que será presa injustamente por um assassinato e retorna determinada a buscar justiça contra os inimigos.
Em conversa com a coluna, a atriz afirmou que o momento representa um marco importante na carreira e descreveu a mistura de sentimentos ao assumir a responsabilidade.
“É imensa, né? [a responsabilidade] É gigante. Eu estou nervosa, estou emocionada, estou grata. Estou muito tocada por essa personagem”, disse.
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Quem Ama Cuida: Letícia Colin fala sobre sua primeira protagonista pic.twitter.com/laFQHjBycR
— Fábia Oliveira (@OliveiraFabia_) May 15, 2026
História de superação
Letícia Colin explicou que se conectou profundamente com a história da protagonista, especialmente pela trajetória de superação após tragédias.
“Ela conecta muito com o meu coração, com essa capacidade de se reinventar assim diante de uma tragédia. É uma personagem brasileira, no sentido assim, dessa reinvenção constante. Ela vem de enchentes, ela perde tudo…”, adiantou.
A atriz também destacou o caráter social da trama, que aborda realidades vividas por muitos brasileiros em regiões vulneráveis.
“É um problema que a gente sabe que muitos brasileiros passaram, passam e provavelmente, infelizmente, ainda passarão”, disse.
Letícia Colin ressaltou ainda a importância de valorizar personagens femininas fortes, ligadas à luta diária por dignidade.
“Então acho que é muito importante a gente trazer essas figuras tão corajosas, dessas mulheres que cuidam da casa, que põem o pão na mesa, que não desistem nunca, que querem viver com dignidade, com sonhos”, afirmou.
Desejo de justiça
Durante a conversa, ela também comentou sobre o impacto da história de vingança e justiça na novela e como acredita que o público pode reagir ao enredo.
“Esse desejo de justiça da Adriana é muito bonito. Acho que a gente não pode desacreditar. Às vezes é difícil a gente continuar. Mas seguir acreditando que tem gente boa no mundo, que a justiça se faz e lutar por ela é um sentimento muito bonito, transformador”, completou.
