Sabe aquele tapa que Brigitte Macron deu em Emmanuel Macron, no desembarque do avião presidencial francês em Hanói, capital do Vietnã, há um ano?
Cherchez la femme, como sempre, senhoras e senhores. Foi a lição básica feita pelo jornalista Florian Tardif, da revista Paris Match, que está lançando o livro Un couple (presque) parfait (Um casal quase perfeito), sobre o casal Macron.
Ele procurou o motivo do tapa, que o Palácio do Eliseu procurou transformar em “cena de cumplicidade”, e diz ter encontrado. Seria a atriz franco-iraniana Golshifteh Farahni, de formosos 42 anos, que deixou o seu país em 2007 para se estabelecer em Paris.
Florian contou hoje, em entrevista a uma rádio de Paris, que “o que aconteceu foi que ela (Brigitte) viu uma mensagem de uma personalidade conhecida no telefone do marido. Mensagem de uma atriz iraniana: Golshifteh Farahani”.
O jornalista afirmou que a atriz e o presidente francês mantiveram “durante alguns meses uma relação platônica”. Platônica não por vontade de Macron, aparentemente, visto que, de acordo com Tardif, o presidente francês escreveu mensagens a Farahani que teriam ido além da cordialidade. Entre elas, a de que achava a atriz “muito bonita”. No livro, Florian dá mais detalhes, é claro.
As mensagens teriam ocasionado “tensões” no casal Macron até resultar na cena do tapa no desembarque do avião em Hanói, que ganhou o mundo e levou Donald Trump a ridicularizar o presidente francês, dizendo que ele ainda não havia se recuperado do soco que recebeu da mulher.
Nesta França na qual as relações amorosas, regulares ou clandestinas, não são assunto de ninguém além dos diretamente envolvidos, a história do motivo do tapa de Brigitte em Emmanuel causou pouco frisson . Talvez cause mais aí no Brasil.