O GloboNews Debate desta terça-feira, 12, discute a educação e o papel dos homens nos tempos atuais. Sob o comando de Julia Duailibi, o programa recebe o ator Juliano Cazarré, a psicanalista Vera Iaconelli e o pesquisador em saúde coletiva Pedro de Figueiredo para discutir masculinidade, comportamento e os desafios das relações contemporâneas. O ator tem acumulado polêmicas recentemente após assumir uma postura conservadora ‘sem vergonha’.

No final de abril ele lançou o que chama de “maior encontro de homens do Brasil”, batizado de O Farol e a Forja. A proposta parte da ideia de um suposto “vazio” do homem contemporâneo, tratado como fragilizado, com viés conservador e religioso. A delicadeza do tema é tamanha que o próprio ator antecipou a reação negativa. Ao divulgar o projeto, afirmou saber que “iria apanhar” com a proposta.

Católico fervoroso, ele já afirmou em pregação que os homens precisam assumir a liderança espiritual nas famílias. “A gente precisa rezar o terço do nosso jeito, com a voz rouca, com a voz grossa. A gente tem que botar o joelho no chão. O seu filho só vai rezar se ele ver você, meu irmão, com o joelho no chão. Se ele só ver a mãe dele rezando, se ele só ver a avó dele rezando, ele vai falar: ‘isso é coisa de mulher’”.

Acusado, por parte da esquerda, de ser apoiador de Bolsonaro (PL), quando veio a público se colocar como “conservador”, ele nunca se desvencilhou das críticas. “Não, todo mundo é conservador com aquilo que ama. Se você perguntar para um cara que toca chorinho, o que ele acha de fazer chorinho com buzina de carro, ele vai falar: ‘Espera aí, não vamos bagunçar o coreto’. Sou conservador com aquilo que amo: amo a família, o Brasil, a religião católica”, disse em entrevista a coluna GENTE.

Pai de seis filhos, ele é adepto da ideia de que a natureza se encarrega livremente da procriação. Pílula, nem pensar. “Sei que a proposta parece anacrônica, mas a gente vai ter todos os bebês que Deus mandar. Não evitamos gravidez de nenhuma forma”.

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Ele também expressou publicamente ser contra o aborto em todas as circunstâncias, inclusive em casos de estupro. O ator defendeu o Projeto de Lei 1.904/24, argumentando que “todo aborto é o assassinato de um inocente”.



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