O setor brasileiro de proteína animal busca negociar ajustes e esclarecimentos junto às autoridades europeias antes da entrada em vigor da decisão da União Europeia que retirou o Brasil da lista de países habilitados a exportar animais vivos e produtos de origem animal ao bloco, segundo apurou o CNN Agro.

A medida foi publicada nesta terça-feira (12) e comunicada ao MAPA (Ministério da Agricultura e Pecuária), com vigência prevista para 3 de setembro.

Com informações à CNN Agro, o governo brasileiro segue em tratativas com a União Europeia para alinhar os protocolos sanitários e comerciais exigidos pelo bloco, enquanto entidades do setor acompanham as negociações com cautela.

Procurada, a Abrafrigo (Associação Brasileira de Frigoríficos) informou que não irá se posicionar neste momento, ressaltando que a medida só começa a valer em setembro e que as negociações ainda estão em andamento.

 

De acordo com o documento, ficam suspensas as exportações de animais vivos destinados à produção de alimentos, além de produtos como carne bovina, aves, peixes, ovos e mel. A restrição também inclui cavalos destinados ao mercado europeu.

A decisão aumenta a atenção do setor exportador brasileiro, que busca evitar impactos mais amplos sobre os embarques destinados ao mercado europeu, especialmente em um cenário de forte dependência das exportações de proteína animal.

Ao CNN Agro entrou em contato com indústrias frigoríficas para entender os possíveis impactos da medida, mas até o fechamento desta matéria não havia recebido posicionamento das empresas.



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