O posicionamento do setor de Beleza e Cuidados Pessoais busca cada vez mais considerar o comportamento do consumidor e não apenas as tendências sazionais, segundo especialistas presentes em evento promovido pela Abihpec (Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos).

A avaliação de executivos do setor é que tentar impor produtos de beleza ao mercado não funciona mais, já que quem dita as regras é o cliente.

“Inserir o consumidor no centro da inovação exige adequar o ecossistema de dados e avançar com firmeza em pautas modernas, como a personalização e o fracionamento de cosméticos”, avaliou Ariadne Morais, diretora de Assuntos Regulatórios e Inovação da Abihpec.

 

Nessa linha, Andreza Zacharias, head de Business Development do iFood, considera que a busca por conveniência levou plataformas digitais a expandirem seus modelos de negócios, incorporando farmácias, cosméticos e petshops, permitindo que o usuário interaja com diferentes frentes, aumentando fidelização e recorrência de consumo.

Tecnologia e IA

Felipe Stuff, diretor de Tecnologia e Produtos da Natura, alertou para o uso da inteligência artificial dentro do setor.

Para ele, entregar experiências via IA só funcionam com um forte alicerce na qualidade da informação.

“Ferramentas mal alimentadas podem gerar interações ineficientes e, consequentemente, falham na missão de entender e atender o consumidor moderno”, explicou.

Outro fator que os especialistas destacam é a atuação dentro da lei.

Daniel Pereira, da Quarta Diretoria da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), destacou que a agência precisa atuar estritamente dentro da regulamentação, exigindo investimentos em capacitação contínua para lidar com disrupções tecnológicas inéditas.

 



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