Uma das performances mais comentadas do primeiro fim de semana da Bienal de Veneza foi a promovida pelo pavilhão da Áustria, ocupado por Florentina Holzinger. A artista e coreógrafa ficou pendurada de cabeça para baixo dentro de um sino gigante de bronze, usando o próprio corpo de badalo para fazê-lo tocar.

A performance faz parte da instalação Sea World, que traz um alerta sobre a crise climática e suas consequências, como os desastres ambientais. Nesse caso, o sino simboliza um aviso coletivo, enquanto o corpo representa a humanidade diante das mudanças extremas.

Em uma das exibições, também parte da instalação, um jet ski é pilotado dentro de uma piscina instalada em uma sala fechada, provocando grandes ondas e um caos sonoro. Já em outra, uma pessoa fica submersa num aquário gigante com urina filtrada de visitantes que usarem dois banheiros químicos acoplados à instalação.

Holzinger é uma artista conhecida por obras controversas, que abordam nudez, religião, o jogo de poder e temas contemporâneos.



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