A atriz Blake Lively foi — mais uma vez — julgada pelo tribunal da internet em uma nova polêmica em que se envolveu nesta semana. Desta vez, porém foi absolvida pelos juízes virtuais. Tudo aconteceu por conta da bolsa que a atriz escolheu para usar no Met Gala 2026, realizado na última segunda-feira (4/5), e uma declaração que fez a respeito do acessório.
Vem entender!
Bolsa exclusiva?
Blake Lively é sempre uma das presenças mais aguardadas do Met Gala. Neste ano, a atriz surgiu no tapete vermelho com um vestido de arquivo do Atelier Versace, criado originalmente em 2006. A peça foi inspirada nas pinturas rococó venezianas e nas igrejas barrocas.
No entanto, foi a bolsa da atriz que chamou a atenção do público e da internet. Blake usou um modelo exclusivo da Judith Lieber e, em uma entrevista no tapete vermelho, entregou um detalhe especial e fofo sobre a peça: ela foi personalizada com desenhos de seus quatro filhos, frutos do casamento com o ator Ryan Reynolds.
A bolsa tem o formato retangular, com quatro painéis em cada lado — em que foram aplicados os desenhos. Em volta, mais de 10 mil pedras incrustadas à mão por um único artesão.
No entanto, após a declaração viralizar nas redes sociais, internautas investigaram e acabaram encontrando o exato mesmo modelo à venda no site da marca. E isso foi o suficiente para a acusarem de ter inventado a história, visto que a bolsa não seria, então, exclusiva.
Veredito final
O desfecho, entretanto, foi outro. Pouco depois, descobriu-se que a designer realmente se inspirou nos desenhos das crianças de Blake para criar a clutch e, de fato, a colocou à venda em seu site.
O modelo disponível para compra é o mesmo, porém, personalizável: o cliente pode enviar os desenhos de seus próprios filhos — ou qualquer outra arte — e ter a pintura estampada no item. Intitulada “Custom Children’s Artwork Rectangle Dome”, a peça sai por US$ 9.995, aproximadamente R$ 50 mil, e pode ser encomendada pelo site da loja.
Ou seja, Blake não estava mentindo ao afirmar que a bolsa havia sido feita a partir dos desenhos de seus filhos. A confusão aconteceu porque a marca transformou posteriormente a ideia em um modelo comercializável e personalizável, mantendo o mesmo design apresentado pela atriz no Met Gala.




