Em um encontro fora da agenda oficial, ministros palacianos reuniram lideranças do governo Lula (PT) no Congresso Nacional e pregaram a superação das derrotas da última semana. Segundo relatos, o discurso dos auxiliares do presidente foi de “bola pra frente”.

A reunião aconteceu no início desta semana, dias após as derrotas, e contou com líderes do PT e do governo no Congresso.

No final da última semana, a rejeição da indicação de Jorge Messias para o STF (Supremo Tribunal Federal) e a derrubada de vetos do presidente à chamada dosimetria abalaram a relação da gestão federal com a cúpula do Legislativo.

Os ministros argumentaram, de acordo com interlocutores que estavam presentes na reunião, que o governo ainda tem pautas de interesse no Congresso Nacional e que por isso não haveria razão para a ruptura.

 

Uma das prioridades do governo para o ano, a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) do fim da escala 6×1, ainda precisa passar tanto pela Câmara quanto pelo Senado. E ainda há esperanças, por exemplo, de aprovar a PEC da Segurança Pública na Casa Alta.

A rejeição de Jorge Messias teve como principal articulador o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-PA). O governo chegou a avaliar retaliações imediatas ao senador, com exonerações de aliados alocados na gestão federal, mas neste momento optou pela cautela.

Lula e seus auxiliares ainda medem a resposta ideal ao episódio. Não houve uma definição ainda sobre se o presidente irá indicar um novo nome ao STF imediatamente ou adiar a decisão para depois das eleições.



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