O Departamento de Defesa dos Estados Unidos divulgou nesta sexta-feira, 8, arquivos inéditos sobre OVNIs e “vida extraterrestre”. A publicação é resultado de esforços conjuntos da Casa Branca, do Gabinete do Diretor de Inteligência Nacional, do Departamento de Energia, do Escritório de Resolução de Anomalias de Todos os Domínios, da Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço (Nasa), do FBI e de outras agências de Inteligência dos EUA.
Em nota, o Departamento de Defesa — renomeado como Departamento de Guerra pela administração de Donald Trump — afirmou que a divulgação inicia um processo de identificação e desclassificação de documentos relacionados Fenômenos Anômalos Não Identificados (UAP, na sigla em inglês). Os arquivos incluem vídeos, fotos e relatórios recentes. A partir de agora, é possível acessá-los sem autorização oficial em um site criado pelo governo americano.
“Enquanto governos anteriores buscavam desacreditar ou dissuadir o povo americano, o presidente Trump está focado em proporcionar máxima transparência ao público, que poderá, em última instância, formar sua própria opinião sobre as informações contidas nesses arquivos”, disse o comunicado.
“O povo americano exigiu mais transparência sobre esses assuntos, e o presidente Trump está atendendo a essa demanda. Embora todos os arquivos tenham sido revisados por questões de segurança, muitos dos materiais ainda não foram analisados para a resolução de eventuais anomalias”, acrescentou.

No dossiê, há uma foto da missão Apollo 17, realizada em dezembro de 1972, que exibe “uma área ampliada da foto original, na qual três luzes são visíveis acima do terreno lunar” (veja acima). Outra imagem também mostra uma “sobreposição gráfica gerada pelo Laboratório do FBI, corroborando relatos de testemunhas oculares de setembro de 2023 sobre um aparente objeto metálico bronzeado elipsoidal que se materializou a partir de uma luz brilhante no céu, com 130 a 195 pés de comprimento, e desapareceu instantaneamente” (veja abaixo).
O site também informa que os materiais “referem-se a casos não resolvidos, o que significa que o governo não consegue determinar definitivamente a natureza dos fenômenos observados”. A falta de uma conclusão pode ocorrer, segundo o portal, “por diversos motivos, incluindo a falta de dados suficientes”. O Departamento de Defesa também apontou que “continuará a realizar relatórios separados sobre os casos de UAP resolvidos, conforme exigido por lei” e buscará “a verdade”.
