A classificação do Paris Saint-Germain para a final da Champions League segue repercutindo na Alemanha. O empate diante do Bayern de Munique provocou forte reclamação dos alemães por causa de um possível toque de mão de João Neves dentro da área do time francês. O jornal alemão Bild classificou o episódio como um “escândalo”.

O lance aconteceu aos 30 minutos do primeiro tempo. Após tentativa de afastamento de Vitinha dentro da área, a bola desviou com força no braço de João Neves. Jogadores do Bayern pediram pênalti imediatamente, mas o árbitro português João Pinheiro mandou a partida seguir.

A decisão gerou revolta entre torcedores e ex-jogadores na Alemanha. Um dos críticos foi o ex-meia do Bayern, que questionou a atuação da arbitragem e a ausência de intervenção do VAR.

“Essa foi uma situação que mudou o jogo. É a primeira vez que o quarto árbitro não intervém numa situação dessas. Essa é a minha impressão como espectador. Às vezes, você procura situações para impedir que o jogo vá para um lado ou para o outro. Não quero acusá-lo de nada, mas a situação não justificava essa decisão”, afirmou.

A arbitragem entendeu que o toque não era passível de penalidade porque a bola veio de um companheiro de equipe em uma jogada de curta distância, interpretação prevista na regra em determinadas situações de desvio involuntário.

Mesmo sob pressão, o PSG confirmou a classificação e avançou à decisão continental. A equipe francesa vai enfrentar o Arsenal na final da Champions League 2025/26. O clube inglês eliminou o Atlético de Madrid na outra semifinal.

A decisão está marcada para o dia 30 de maio, na Puskás Arena, em Budapeste.



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