A situação de Cuba e as recentes ameaças dos Estados Unidos contra a ilha caribenha devem ficar em segundo plano na reunião entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald Trump. A informação foi confirmada por interlocutores do Itamaraty, ouvidos pelo Metrópoles sob condição de reserva.

No fim de abril, o líder brasileiro criticou a possibilidade de uma intervenção norte-americana em Cuba e pediu que os EUA “deixem os cubanos viverem a vida deles”. Lula ainda exigiu o fim do embargo econômico de Washington contra a ilha, em vigor há mais de 60 anos. 

Ainda assim, fontes com conhecimento sobre a agenda de Lula nos EUA afirmam que o foco da reunião com Trump são “questões bilaterais”. Por isso, assuntos regionais ou globais vão depender do tempo disponível para o encontro e da “própria dinâmica da reunião”.

Conforme mostrou o Metrópoles, a programação do presidente do Brasil nos EUA começa às 11h de quinta-feira (10h pelo horário de Brasília), com a reunião de trabalho com Donald Trump. Os dois ainda devem almoçar na Casa Branca após a conversa.

A expectativa é de que o combate ao crime organizado, as tarifas norte-americanas contra produtos brasileiros, a guerra no Oriente Médio, minerais críticos e a indicação de Michelle Bachalet para a chefia da Organização das Nações Unidas (ONU) sejam os temas centrais do encontro entre Lula e Trump.



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