Após um início de temporada marcado por altos e baixos, João Fonseca vive bom momento dentro de quadra e estreia neste sábado (9) no saibro do Masters 1000 de Roma. Atual número 29 do ranking mundial, o brasileiro afirmou que chega ao torneio italiano mais experiente, tanto no aspecto físico quanto mental.

“Me sinto bem por estar aqui, sem dúvida. Muita coisa mudou: em primeiro lugar, sou um João muito mais maduro. Não só tecnicamente, mas também fisicamente e mentalmente. Me sinto bem”, disse em entrevista à TennisTV.

Cabeça de chave, Fonseca entrou de bye e avançou diretamente à segunda rodada. Ele enfrentará o vencedor do confronto entre o sérvio Hamad Medjedovic (67º) e o francês Valentin Royer (71º), que será definido nesta quinta-feira (7).

O atleta afirma estar satisfeito com suas campanhas recentes, mas reconhece que ainda tem muito a evoluir. Na atual temporada de saibro, iniciada em março, ele chegou às quartas de final em Monte Carlo e Munique, sendo eliminado por Alexander Zverev (3º) e Ben Shelton (6º), respectivamente. Já no Masters de Madrid, caiu na segunda rodada para Rafael Jodar.

Mesmo sem alcançar fases decisivas, o desempenho do brasileiro rendeu elogios de especialistas e da imprensa internacional, que destacaram a evolução do jovem de 19 anos, especialmente nos confrontos diante de jogadores do top 10.

“Estou satisfeito com meus resultados. Sempre digo que posso fazer melhor. Há coisas que posso e devo melhorar, principalmente mentalmente, mas também tecnicamente. Joguei algumas partidas muito boas, não posso reclamar; boas lutas, boas experiências e, acima de tudo, sinto que estou aprendendo muito, o que é realmente importante”, afirmou.

“Saber o que você pode e deve melhorar é vital, e sinto que sei disso. Agora estou focado em aplicar esse conhecimento para me sentir melhor na quadra. Depois de Madri, comecei a me sentir melhor na quadra novamente, estou melhor agora, tive bons treinos e espero ter um ótimo desempenho.”

João Fonseca também comentou as diferenças entre os torneios de saibro que disputou recentemente, destacando as variações de ritmo e comportamento da bola.

“É a mesma superfície, mas as condições são muito diferentes: primeiro joga-se em Monte Carlo, ao nível do mar, mas onde a bola quica muito alto e é um pouco mais rápida; Munique e Madrid são em altitude, e agora estamos de volta a algo semelhante ao que costumo jogar, uma quadra de saibro mais lenta, onde se consegue gerar mais velocidade e a bola não fica fora de controle. Sinto-me bastante confiante com o meu jogo e nos treinos; estou ansioso pela minha estreia.”

 



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