A Apple chegou a um acordo extrajudicial na terça-feira (5), pagando US$ 250 milhões (aproximadamente R$ 1,2 bilhão), para encerrar um processo movido por acionistas após a empresa ter atrasado atualizações de inteligência artificial de sua assistente de voz Siri.

O processo, movido por Peter Landsheft em um tribunal federal dos EUA na Califórnia em 2024, surgiu depois que a fabricante do iPhone divulgou – e começou a veicular anúncios para – uma série de atualizações de IA em sua conferência anual de desenvolvedores de software em 2024, dizendo que elas estariam disponíveis com os novos iPhones no final daquele ano.

Os iPhones, no entanto, foram lançados sem esses recursos, o que, segundo os autores da ação, prejudicou os acionistas. Em 2025, a Apple afirmou que a reformulacao da inteligência artificial da Siri só aconteceria em 2026, e agora os executivos confirmaram que os novos recursos da Siri serão apresentados na conferência anual de desenvolvedores da Apple no próximo mês.

A Apple não admitiu qualquer culpa no acordo, que ainda precisa da aprovação de um juiz. Em comunicado, a empresa afirmou ter lançado diversos outros recursos de IA desde o lançamento do que chama de Apple Intelligence, em 2024.

“A Apple chegou a um acordo para resolver as reivindicações relacionadas à disponibilidade de dois recursos adicionais. Resolvemos essa questão para continuarmos focados em fazer o que fazemos de melhor: oferecer os produtos e serviços mais inovadores aos nossos usuários”, disse a empresa em um comunicado.



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