O controle do Irã sobre o Estreito de Ormuz não deve ser normalizado, disse o secretário de Estado americano, Marco Rubio, a repórteres na terça-feira, criticando Teerã por bloquear a importante via navegável e por tentar forçar outras nações a pagar para transitar pelo estreito.

Em hipótese alguma podemos permitir que normalizem o fato de poderem explodir navios comerciais e colocar minas na água””]“Eles estão tentando fazer disso uma nova normalidade […] Em hipótese alguma podemos permitir que normalizem o fato de poderem explodir navios comerciais e colocar minas na água”

Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, durante coletiva de imprensa na Casa Branca

“Nossa preferência é que esses estreitos sejam abertos da maneira como deveriam ser abertos, como eram antes”, acrescentou Rubio.

O secretário de Estado dos EUA também defendeu os esforços dos Estados Unidos para pressionar economicamente o país por meio de sanções e um bloqueio marítimo, argumentando que as medidas são necessárias para proteger o comércio global e a navegação civil.

“Nações de todo o mundo — a grande maioria das quais nem sequer está envolvida em hostilidades militares — agora correm o risco, não apenas de perder sua carga, mas também a vida de seus próprios cidadãos por causa desse bloqueio”, disse Rubio.

Ele alertou que os navios presos na região enfrentam condições cada vez mais precárias.

“Esses navios, você sabe, não se deixa um navio lá por tanto tempo. Começa a faltar comida. Começa a faltar água potável, suprimentos essenciais, e eles ficam à mercê da pirataria”, acrescentou.

O secretário descreveu a situação como uma preocupação humanitária e econômica, que afeta países muito além do conflito imediato, e acrescentou que várias nações já instaram Washington a tomar medidas para restabelecer o acesso marítimo na região.

“Portanto, muitas nações, em privado e algumas publicamente, já pediram aos Estados Unidos que ajudem a libertar seus navios e a restabelecer a liberdade de navegação no Estreito de Ormuz e nesta artéria crucial do comércio global”, disse ele.

Rubio enfatizou as implicações econômicas mais amplas, afirmando: “Esta é uma operação defensiva, e é isso que está acontecendo aqui”.

“Não podemos permitir que o regime iraniano dite quem usa esta via navegável vital”, concluiu o secretário.

 



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