O presidente Lula anunciou, nesta segunda, os principais pontos de como funcionará o novo programa do governo destinado a perdoar dívidas e ajudar quem está com o nome sujo no país.

As pesquisas eleitorais demonstram, com diferentes dados, que são milhões os brasileiros endividados e com baixíssima simpatia pelo atual governo petista.

Para tentar resgatar a popularidade perdida, o petista decidiu encarnar um novo personagem no governo: o padroeiro dos caloteiros.

Por ordem de Lula, serão destinados mais de 23 bilhões de reais de pagadores de impostos — por meio do FGTS e do Fundo de Garantia de Operações — para custear renegociações de dívidas com os bancos dentro do Programa Desenrola 2.0.

Cerca de 8 bilhões de reais do programa de Lula sairão do FGTS. Cerca de 2 bilhões de reais a 5 bilhões de reais virão do FGO, mantido por aportes da União. O dinheiro esquecido nos bancos, algo entre 5 e 8 bilhões de reais, também entrará na conta.

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os recursos não serão usados diretamente na quitação da dívida, mas servirão de garantia para que os bancos pratiquem taxas menores de juros nos refinanciamentos. Caso um novo calote seja consumado, aí sim o dinheiro público entrará na brincadeira. 

Em outras palavras, Lula usará bilhões do orçamento público para pagar a conta, caso endividados apliquem um novo calote.

Em troca de colocar o Orçamento da União fiador de maus pagadores, Lula espera ter os votos necessários para se reeleger em outubro.

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