O bitcoin operou em alta nesta segunda-feira (4) voltando a ficar acima da marca de US$ 80 mil, mesmo após a escalada do conflito no Oriente Médio. A criptomoeda contrastava com o mercado acionário dos EUA, que apresentava queda em meio aos sinais de hostilidade na região.

Por volta das 16 horas (em Brasília), o bitcoin subia 1,74%, a US$ 80.096,33. O ethereum avançava 1,31%, a US$ US$ 2.360,92, de acordo com a plataforma Binance.

Ao ataques iranianos ganharam nova forma hoje, após os Emirados Árabes Unidos informarem um incêndio em uma petrolífera causado por um ataque de drones de Teerã. As tensões também continuam na região próxima ao Estreito de Ormuz.

Um navio de bandeira panamenha operado pela Coreia do Sul explodiu e pegou fogo, enquanto os EUA afirmaram que afundaram seis pequenas embarcações iranianas que tinham como alvo navios civis no Estreito.

Enquanto as evidências estão se acumulando de uma confiança crescente no comércio de bitcoin, o mercado está lutando para estabelecer uma tendência clara, diz a Bitfinex.

Os compradores estão ativos, mas o mercado ainda não gerou demanda suficiente para absorver a oferta excedente e confirmar uma ruptura estrutural sustentada, diz a empresa, alertando que os preços ainda podem estar em risco de recuar para os baixos US$ 70.000.

Apesar da guerra, o fluxo de dinheiro para o bitcoin está aumentando, o que sugere que o interesse pela criptomoeda está se fortalecendo, afirma o analista de mercado Ramy Zeytouni.

“Na semana passada, os ETFs de bitcoin à vista registraram cerca de US$ 160 milhões em entradas líquidas, sendo que somente na sexta-feira foram contabilizados mais de US$ 600 milhões”, enfatiza.

O IG cita que deve haver um catalisador para que o bitcoin consiga romper os níveis de US$ 81.000 ou US$ 83.000, apesar de esperar resistência.

*Com informações da Dow Jones Newswires.



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